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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Avaliação e Organização


5 º Encontro Recid MS

Campo Grande, 21 de maio de 2010.

Horário: 8h às 16h30
Almoço: 12h30 as 13h45

Apresentação das pessoas: Roma, Getulio, Vera Lúcia, Marcel, Marineusa, Tâniamara, Ester, Arilson, Dalva, Paulo, Fernanda, Leide, Romilda, Breno, Josefa, Adriele, Jivago.

MÍSTICA: (com Breno) Papéis com frases do “Menestrel” (Shakespeare), cada um retira uma frase e depois lê na seqüência da numeração de cada uma. Em seguida entrega a frase para alguém da roda junto com o caderno de anotações.


 








 Pauta:

1)     Relembrar reunião do último planejamento;
2)     Grupos de trabalho:
a)     Diagnosticar e avaliar atividades;
b)     Objetivo (porque e quando);
3)     Organização do encontrão:
a)     Quando
b)     Quem vai participar
c)      Responsáveis
4)     Tarefas:
a)     Histórico desde de 2007 – sistematização
b)     Formação e ocupação do MS
c)      Participação na 2ª Ciranda/Estudo (Paulo, Romilda e Dionedson)
d)     Participação no Encontro Macro Centro-Oeste (Quem)

Fernanda pauta 1
Paulo coordena pauta 2
Marcel coordena pauta 3
Leide coordena pauta 4

1) Atividades continuadas:
- Visita no Darcy Ribeiro
- Visitas em Furnas do Dionísio – 2 oficinas de formação
OBS: Não tivemos informações sobre a visita no Caiobá (Cida, Robson, Willian), nem a atividade no Dom Antônio (Romilda).

2) Estudo sobre a metodologia E. P. – conceitos E.P. metodologia do trabalho popular; Falas significativas;

3) Jornadas pedagógicas: ? (não fizemos)

4) Rodas de conversa: Gênero e Cultura - Transformando o ordinário em extraordinário; Didaturas – Pedagogia do Autoritarismo.

OFICINAS DE FORMACAO REALIZADAS: Indígenas, Grupo de acadêmicos (Trabalho popular – formação de multiplicadores).


OFICINAS DE FORMAÇÃO REALIZADAS
GRUPO
TEMA
QUANTIDADE
Indígenas
Resgate da Cultura indígena
7 oficinas
Acadêmicos
metodologia do trabalho popular
1 oficina
Quilombos rurais
Terra e Cultura
2 oficinas
Juventude
Conjuntura Política
2 oficinas
Sem-teto
Moradia
2 oficinas
Mulheres
Drogas
Saúde da mulher negra
Auto-estima conscientização
Cultura
2 oficinas
1 oficina
1 oficina
2 oficinas
Educadores/Lideranças
Organização da rede
6 oficinas

A realizar: Microrregional - Quilombolas

OBS: Andamento financeiro das oficinas:
          10 oficinas prestadas contas
            8 oficinas processo de prestação

SÃO 12 OFICINAS QUE PRECISAM SER PRESTADAS CONTAS:
Educadores e oficinas:
- 2 Mulheres/Romilda
- 1 Indigena
- 2 Juventude (Getúlio)  
- 2 TGR (Paulo, Fernanda)
- 4 Caer (Josefa)
- 1 Acadêmico

AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS:
Para as pessoas que estão envolvidas de alguma forma nas atividades:
1)     Quais os aspectos facilitadores destas atividades?
2)     Dificuldades encontradas?
3)     Quais os resultados alcançados?

# Divididos em 3 grupos, separados em salas, para responder a avaliação. 30 minutos para apresentação do que for avaliado.

Apresentação do exercício:

GRUPO 1: Fernanda, Paulo, Roma, Patrícia e Josefa - leitura das respostas;

Aspectos facilitadores: Todas as atividades tem um ponto de convergência. Todos tinham a violência como ponto de ligação. Sempre tem alguém querendo oprimir alguém; Os temas não são difíceis de serem trabalhados; A vivência da metodologia;
Dificuldades: Quebrar barreiras impostas pela burocracia; O educador precisa abrir mão do seu descanso para acessar o público; Estrutura do convênio, oficinas de 4h (poderia ser dividido esse tempo); Os grupos entenderem que o processo é sujeito da sua história;
Resultados: Qualidade de vida; Reflexão sobre o comportamento; Reconhecimento do próprio “Eu”; Organização e mobilização da comunidade para melhoras na moradia;
Objetivo: Contribuir por meio da Metodologia Freiriana para o empoderamento e autonomia das comunidades menos favorecidas;


 GRUPO 2:  Leide, Arilson, Marcel, Jivago, Adriele, Marineusa, Tâniamara - Leitura das respostas;
Aspectos facilitadores: Local da secretaria; Presença de pessoal na secretaria;

Dificuldades: Falta sentimento de pertença para o grupo; Dificuldade de acessar os recursos; Comunicação; Falta de articulação entre as atividades; Dificuldades com a prestação de contas;

Resultados: Ampliação da rede; A rede esta sendo mais divulgada; A demanda/pedido por novas atividades estão aumentando; Foram feitas muitas atividades;
Objetivo: O grupo definiu que o objetivo é superar essas dificuldades.

  GRUPO 3: Breno, Romilda, Getulio, Cida, Dalva,
Aspectos facilitadores: Infra-estrutura da Recid; Recursos; Interesse da comunidade; União; Dedicação das pessoas.

 Dificuldades encontradas: A forma de receber o recurso, comprar antes e receber depois; Relação com os fornecedores; Local adequado nas comunidades; Recurso para transporte; Deslocamento para o local das oficinas;

Resultados: Interação dos participantes e comunidade; Formação realizada; Conhecimento e interação com a comunidade;
Cida: Quando falamos dos aspectos facilitadores, estou falando o que a rede o quanto a rede está preocupada com a qualidade, e a forma de prestação de contas. Por que como eu, que não tenho recurso, faço meia boca? A preocupação de fortalecimento da rede e a qualidade. E a questão de mídia, qual material que temos para divulgação, dentro do planejamento. As pessoas tem muito boa vontade, mas quando esbarra no orçamento, fica uma coisa pobre para uma coisa pobre. Temos capacidade de discutir uma forma com a entidade ancora e lá de cima, para fazer essa prestação de contas, porque não tem autonomia de trabalhar com recursos.


Almoço: 12h38

Retorno às 14h




Marcel: Pauta 3 – Preparação do encontro maior.

O que? Quando? Tarefas

Getúlio: Opção de temas para Projetos políticos expostos para o Brasil, dentro desde contexto o que e a rede e o seu papel.
Leide: Questão política, ética...
Marcel: fazer um histórico no Centro-Oeste, como o povo se organizou durante todo o processo de formação. Podemos restringir um pouco e agregar o questão popular, enfoque no projeto político que queremos que vai analisar toda estrutura do movimento com foco na questão popular. Trabalharíamos com temas mais amplos mais ligados a questões populares e a metodologia que trabalhamos na rede.
Paulo: Modelo de sociedade
Marcel: Projeto Político que queremos
O que? “Movimentos Sociais e Modelo de Sociedade na perspectiva da Educação Popular”. Marcel: tan tan

Quando? 25, 26 e 27 de junho (sexta, sábado e domingo)

Tarefas

EQUIPE DE ESTRUTURA
Local (organização do local)
Logística (transporte / alimentação / hospedagem)

EQUIPE PEGAGOGICA
Programação (Assessoria) 
Material Pedagógico
  
EQUIPE MOBILIZAÇÃO
Convite (Folder, cartaz)
Mobilização

Definição de cada equipe:

EQUIPE DE ESTRUTURA: Fernanda, Cida, Adriele
PRAZO ATÉ DIA 5 DE JUNHO;

EQUIPE PEDAGÓGICA: Getúlio, Leide, Paulo
ATÉ DIA 10 DE JUNHO;

EQUIPE DE MOBILIZAÇÃO: Romilda, Arilson (Dionedson), Dalva, Willian, ATÉ DIA 14 DE JUNHO.

OBS: Garantir certificado – Robson

- Hospedagem solidária – Equipe de estrutura

- Patrocínio de parceiros – Equipe de estrutura

- Participantes: mínimo 30 pessoas e Maximo 60 pessoas: Interior – 40 % a 50%, Campo Grande 60% a 50%

- Informes por e-mail

- Coordenação do encontro (um representante de cada equipe): Leide, Fernanda, Romilda.

Leide – pauta 4

Tarefas:
Histórico desde de 2007 – sistematização
      Formação e ocupação do MS
      Participação na 2 Ciranda/Estudo (Paulo, Romilda e Dionedson)
      Participação no Encontro Macro Centro-Oeste (Quem)

# Leitura em conjunto da carta “Proposta de Sistematização da Rede Educação Cidadã”

Marcel esclarece o que e sistematização. Coloca o que e necessário para o item a) da pauta 4;

Leide: Unir o que nos temos das atividades de 2007.
     Solicitar na nacional os documentos de 2007.
      E preciso definir o dia de entrega, porque esta atrasado.

Encaminhamentos: Carta da histórico da rede desde 2007, enviar até sexta-feira dia 28/05/10, responsáveis Marcel, Getúlio, Leide e Fernanda;

Carta sobre ocupação do MS / História – Romilda, Paulo, Getúlio e Cacique. PRAZO: (24/05 segunda);

Na 2ª Ciranda – Paulo, Romilda e Dionedson.
OBS: Romilda vai no lugar da Suzie porque ela esta impossibilitada de ir, devido agenda.

Marcel: Esclarece o que vai precisar para a 2ª Ciranda.

# Participação do Encontro Macrorregional Centro-Oeste de 14 a 18 de julho, vamos aguardos os critérios para a participação e iremos definir os nomes em junho, no encontro do dia 25, 26 e 27.

Informes: Getulio - 1º Encontro Estadual das Assentadas (os) da Reforma Agraria, Escola Família Agrícola, Nova Alvorada do Sul 22 à 25 de julho.

Romilda - 23/05 (domingo) - Atividade 25 de maio, dia da África, na praça do Radio Clube, a partir das 8h.

Willian - 24 e 25 Semana da África na UFMS;

Avaliação do Encontro:
- Cida – Peco desculpa pelo atraso. Tivemos bom encaminhamento.
- Getulio – Atraso da mística, ficamos perdidos nisso. Mas o dia foi muito legal, trabalhamos de forma gostosa. Foi produtivo. Os atrasos foram menores.
- Romilda – O encontro em si foi muito gostoso, o clima gostoso. A integração, de fato espero que as integrações funcionem, que não sobrecarregue 2 ou 3.
- Getúlio – O almoço estava melhor preparado.
- Marcel – O encontro começa bem antes do que o dia de hoje, avaliando como um todo esse processo, temos que amadurecer bastante aqui na rede. O grupo ainda esta muito dependente, era para ter sido uma atividade de dois dias, e não foi, atrapalha a organização. Tivemos avaliando o trabalho da própria equipe. O dia foi bom, porque a sala está colorida. Mostra que começou ontem de ontem e que a é preciso pensar nessa atividade que começa a partir de agora. É bom ir pensando nessas questões que temos dificuldades, e é preciso ter esse grupo junto com os liberados. Que consigamos cumprir a questões dos gastos. Quero reclamar da dispersão, as pessoas saem sem falar, participam um pouco e sai, isso é ruim.
Josefa - Assumir o que tiver que assumir de acordo com a disponibilidade. Vamos cumprir o que podemos. Vamos esquecer que temos casa.
Leide – Achei legal a participação do Robson e Willian, chamo a atenção de vocês para participarem mais, como mais velha aqui, sempre que tem reunião vocês vem meio período, gostaria de participação mais assídua. Questão da mobilização, e compromisso das pessoas que participam das atividades. Saber que o nosso trabalho conta com o compromisso de assumir. Os trabalhos da rede fazem parte de um estudo continuado, compartilhar e estudar os e-mails. Essa e a casa de todo mundo.Levar a questão dos estudos mais a serio, e uma ciranda de formação...
- Romilda - Existe uma mobilização, o que queremos e a qualidade, por que não adianta encher isso daqui de gente sem interesse.
- Willian - Não temos tanta disponibilidade de estar aqui, entrei na universidade, e fica difícil venho quando posso.
- Robson: To sem tempo, e não estou conseguindo render tanto quanto rendia, preferi dispensar a contribuição que eu recebia do Getulio para disponibilizar para outra pessoa, porque não estou dando conta. Gostei de hoje, acho que temos que trabalhar mais a questão do tema do encontro, para atingir o publico que estamos trabalhando. Uma semana antes do encontro, e legal que saibamos o que vai acontecer para poder debater, objetividade. Estou para o que der para contribuir.
- Cida: A Leide sempre me chama para estar mais rede. Quero sair daqui com o dia de discutirmos sobre a estrutura.
- Willian: A reunião foi produtiva. Estou articulando com Getúlio na universidade.

 ENCONTRO  ENCERRADO ÀS 17H15




                                                                                                          

Sistematização e Organização das Falas Significativas


 Encontro Recid MS

Campo Grande, MS - 30/04/10



Início: 9h 

Presentes: Romilda, Paulo, Sander, Eduardo, Josefa, Adriele, Getúlio, Suzie, Adolfo Nelson, Dionedison, Lico Nelson.

Mística: (Cacique)
(Objetos ao centro, todos em roda, cada um para falar um pouco de algum objeto que tenha lhe chamado atenção).
Cacique: “Nossos galhos foram cortados, mas a nossa raiz / tronco nunca morrerá”.

Eduardo: “Não deixar morrer a cultura, porque é milenar, para que o futuro tenha conhecimento do passado”.

Romilda: desenho indígena, as cores do amor, fazer a prática do amor. Propôs que nos abraçássemos, fizéssemos massagens uns nos outros e nos saudamos com Bom dia. “Afinal que cor é o amor? Qual a cor da sua alma?”.

Lico Nelson: “Nós somos da terra, quando morremos voltamos para a terra. A terra é nosso corpo!”.

Coordenação: Romilda Pizzani
Relatoria: Leide e Fernanda

Pauta:
1)     Sistematização do Processo da rede;
2)     Segunda Ciranda de Educação Popular;
3)     Formulário de Pesquisa 2007/2010;
4)     Organização das falas significativas;

Suzie: Avisa que o Sander, Eduardo e ela terão sair antes do intervalo do almoço, vão viajar.

Por este motivo reorganizamos a seqüência da pauta para que eles pudessem participar;

  • Iniciamos com a pauta 2) SEGUNDA CIRANDA DE EDUCAÇÃO POPULAR:

Romilda: Fala sobre a Ciranda e se candidata para ir. Considera desnecessário a ida de duas pessoas do mesmo segmento, os indígenas.

Paulo: Explica como foi definido os nomes das pessoas que foram na 1ª ciranda, e a importância das mesmas irem novamente para dar continuidade aos estudos. Informa que a próxima Ciranda será do dia 25 de maio à 02 de junho;

Suzie: Não vai poder participar, está muito ocupada.

Cacique: Diz o mesmo que Suzie e dispõe a vaga para que quiser participar.

Romilda: Diz que são duas pessoas do mesmo segmento por isso sugeri a participação de outras pessoas na Ciranda.

Paulo: “É uma questão de compromisso, somos todos iguais, todos aqui tem condições de ir para a ciranda. Assumimos um compromisso o ano passado de estarmos nos dois encontros”.

Sander: “Acho importante oportunizar quem ainda não foi. Acho que tem que democratizar, dar abertura para as pessoas terem acesso”.

Leide – “Acho que o Sander está correto, mas na rede existem questões que tem que ter continuidade, e fundamental a continuidade dos estudos”.

Josefa: “Ter continuação é ótimo. É solidário os meninos darem as vagas deles, porque já se sentem preparados. Que seja dentro de um consenso”.

Paulo: “Entendo algumas questões, como a participação dos educadores. Os encontros nacionais são para todos educadores conhecer, ver. Os encontros de estudos que vai um grupo escolhido pelo coletivo, tem que dar uma continuidade. Não sabemos tudo e precisamos trabalhar no coletivo. Vamos ser cobrados sobre a metodologia”.

Leide: “Eles não estão cedendo a vaga deles, eles tem outros compromissos, estão impedidos de ir”.

Nomes para a 2 Ciranda, consenso na reunião: Paulo, Romilda e Dionedison.

Obs: A carta para Ciranda e para ser entregue ate dia 20 de maio. O grupo vai se encontrar dia 03 de maio, segunda-feira às 8h para escrever a carta, (este dia é o dia reunião de todas as segundas da equipe de liberados). Equipe responsável pela carta: Paulo, Romilda e Getulio.

4) FALAS SIGNIFICATIVAS:

GRUPO DARCY RIBEIRO (Suzie, Cacique, Fernanda, Sander, Eduardo)

1 – “Os nossos filhos não falam mais nosso idioma porque tem vergonha quando seus colegas tiram sarro (dele)”;

2 – “Como estamos fora do nosso lugar temos que nos acostumar aqui, aprender a lidar a viver”;

3 – “O índio é inocente e ainda não sabe ter opinião”;

4 – “Aonde (aldeia) a gente vivia não tinha essas preocupações com drogas, más companhias. Aqui é diferente”;

5 – “Ainda não temos experiência com a política, mas estamos aprendendo”;

6 – “Os políticos usam palavras difíceis até para falar de nós. Não entendemos, fomos procurar no dicionário, ele estava xingando a gente”;

7 – “A comunidade está em conflito devido a influência política do não-indio”;

8 – “A criança indígena é tímida”;

9 – “A gente acredita na palavra”;

10 – “Os adolescentes não tem o que fazer aqui”;

Analisamos cada frase de acordo com os seguintes itens:
A)    Visão de mundo;
B)    Explicativa;
C)    Situação limite.

O Tema gerador é a frase mais ampla, que abrange as demais, sintetize, fale em nome das outras.
As frases 5, 8 e 9 foram excluídas, pois não estavam dentro das alternativas A, B e C;

De acordo com a equipe as frases 1, 2 e 4 são as mais significativas, então analisamos uma a uma e concordamos que o tema gerador é:

- “Como estamos fora do nosso lugar, temos que nos acostumar aqui, aprender a lidar, a viver”.

INTERVALO PARA ALMOCO

RETORNO AS 14H


GRUPO FURNAS DO DIONISIO

1 – “A comunidade é unida mas falta comunicação”;

2 – “Gostamos de receber pessoas só que quando eles vão embora deixam muita sujeira na beira do rio”;

3 – “Não tem nenhuma atividade extracurricular”;

4 – “O trabalho para o período de férias”;

5 – “Os jovens vão para a cidade e acabam na periferia”;

6 – “A comunidade tem divisões internas e criações de grupos”;

7 – “Os jovens não querem trabalhar na roça”;

8 – “Os jovens não vêem perspectiva de futuro na comunidade”;

9 – “Ela voltou a estudar depois de seis anos e entrou na política. Se candidatou e não teve apoio da comunidade”;

10 – “Grande parte dos moradores da comunidade vão para Campo Grande”;

11 – “Na comunidade não tem biblioteca”;

12 – “Nessa atual gestão da escola, eles não interagem com a diretora”;

13 – “Nos finais de semana só tem igreja e futebol”;

O grupo fez a mesma avaliação nas frases uma a uma, e houve a necessidade de acrescentar mais uma alternativa:

A)    Situação limite
B)    Explicativa
C)    Visão de mundo
D)    Contradição

Eliminamos a frase 11, por que não entra nas alternativas acima.

- Para escolher o tema gerador o grupo selecionou as frases: 5, 6, 8 e 10.

- De acordo com o grupo a frase que sintetiza a pesquisa nessa comunidade e:

“A comunidade tem divisões internas e criações de grupos”.

Concluímos o estudo da fala significatica e tema gerador.

3) PREENCHIMENTO DA FICHA DE PESQUISA: Equipe responsável – Getúlio e Fernanda (no site).

1)SISTEMATIZAÇÃO DO PROCESSO DA REDE: Equipe responsável – Paulo e Romilda.

AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:

- O grupo: Recepção legal com café da manhã e mística conduzida pelo Cacique e Romilda;

-  Fernanda: Ainda há muitos atrasos, precisamos mudar esse hábito;

- Leide: Poderia ter mais participações das pessoas na mística;

- Romilda: A pauta foi objetiva e clara;

- Josefa: Tempo – ficou bem distribuído entre as atividades.

Encerramos as 16h40 com o café da tarde.

Falas Significativas

3º Encontro Recid MS
Campo Grande, MS – 12/04/10

REUNIÃO DA RECID/MS  

Presenças: Fernanda (Liberada), Paulo Matoso (Liberado), Leide (secretária), Getúlio (Liberado), Robson (UFMS), Willian (Juventude),Josefa (Caer), Romilda (Quilombolas), Terezinha (Assentam. Che Guevara) e Irinéia (Caer).

Pauta: Visita a Furnas de Dionísio , Encontro GO e informes

Falas significativas....

VISITA Á FURNAS DE DIONÍSIO

Romilda: Conforme combinado com Marcel e colaboração da Rede, locamos uma van e fomos à Furnas (Romilda,  Franco, Lady, Getúlio, Willian e Robson). Fomos recebidos pela Presidente da Associação, fizemos uma Roda de Conversa com pessoas da comunidade de maneira informal, diolagando sobre o cotidiano da comunidade, onde os integrantes falavam sobre suas vidas, dificuldades do dia a dia., ficando agendado um próximo encontro para o dia 25/04/10. Explica que o encontro era para ter acontecido no sábado dia 10/04, mas em Furnas teria uma festa nesta data então adiaram para domingo dia 11/04. “Identificamos a necessidade de trabalharmos com os jovens”.

Getúlio: Percebeu que a comunidade se encontra sem perspectiva, sofre influência de religiões, carentes de trabalho social, jovens sofrem discriminação por parte da Diretoria da Escola que não permite que usem os computadores nos finais de semana principalmente porque não há atividades para ocuparem o tempo, percebeu-se também que houve eleição forjada para Diretor da Escola, professores da comunidade que não aproveitados, problemas com saúde, não tem coleta de lixo, sofrem influência externa (políticos) na organização da comunidade de forma negativa, isolamento das famílias que moram mais distante, falta transporte coletivo, jovens que terminam o ensino médio e se migram para outras cidades e grande número de idosos que vivem em profunda depressão. “As lideranças não tem controle dos mecanismos, não tem influência política, então ficam isolados”.

Romilda: Há necessidade de irmos em outras casas. A questão da comunicação é muito séria e das facções também. O índice de analfabetismo é baixo. É preciso incentivá-los a faculdade, para dar continuidade aos estudos. Se eles vão para a cidade, as meninas se tornam mães solteiras.

Getúlio: Os jovens não querem mais “pegar na enxada” e se saem de lá, não querem mais voltar e daí não cultivam a cultura.

Paulo Matoso: Acho que não entendemos direito a importância dessas visitas. Precisamos agora levantar as falas significativas, para que a partir delas possamos entender, estudarmos e darmos a essa comunidade uma devolutiva dessa visita. Temos pouco tempo, agiliza o processo, levantar as falar para aprofundar, realizar as oficinas. Tomar cuidado com o prazo, entrar nessa nova metodologia do trabalho e prestar contas.
    . Contextualiza o  Plano Nacional de Formação, ciranda...
    . marcar encontro com os 4 grupos (juventude, indígenas, Furnas, Dom Antônio  e Caiobá) que após fazer relato das Falas, formatá-las para se fazer o estudo
    . Aproveitar as falas já obtidas e no dia 25 fazer a devolutiva para as comunidades
    . Também já preparar uma ação para que tenhamos fontes para avançar nos Temas Geradores.

Romilda: Entendemos sim sobre a importância da visita, mas temos falta de estrutura e depender do outro, complica.
   . Por conta das dificuldades cuidar para não misturar nossas falas com questões políticas (proximidade com eleições)
    . solicita uma reunião específica para tratar do problema com os idosos

Paulo Matoso: Propõe tirar fala de todos os grupos; Marcar com Marcel uma data para voltarmos às comunidades para tirar os Temas Geradores; Macar reunião antes do dia 25/04 para estudarmos sobre essas falas e ir para a comunidade com uma metodologia;

Josefa: Faltou convite por parte dos Indígenas sobre o encontro na Aldeia e solicita trabalho pela Recid sobre trabalho com famílias envolvidos com drogas que são coniventes com os filhos (mulas) pela sobrevivência;

Paulo Matoso:Justifica não podermos atender neste momento mas que ficará para próxima reunião de planejamento, pois as visitas que estamos fazendo foram definidas num encontro da rede, o que não impede de realizarmos algumas oficinas para essas famílias. Convidar Cida para tratar sobre a visita com os jovens do Caiobá;

Terezinha: Nos convida para visita à 50 famílias do Assentamento Che Guevara o que ficou para  próximo planejamento

Paulo Matoso: Vamos ver duas datas para dar continuidade ao planejamento, estudo sobre as falas significativas, metodologia, trabalhos nas comunidades. Duas propostas:
1ª  para dia 21/04/10 o dia inteiro;
2ª  para os dias 22 e 23/04/10 à tarde;

   .. Sobre  OFICINAS:
                           131 OFICINAS COMO META
                            05 OFICINAS PRESTADAS CONTAS
                            00 R$

Paulo Matoso: Com relação a Nota Fiscal: O IPF exige que a Entidade Âncora, ou seja, TGR, faça uma NF com demonstrativo dos gastos que foram feitos durante o mês para que o reembolso possa ser feito.

- PERÍODO DE REALIZAÇÃO DAS OFICINAS NO MÊS
   . Oficinas feitas do dia 1 º ao dia 15º de cada mês, prestar contas até o 20º (fechar NF p/ o TGR prestar contas ao IPF);
   . Do 16º  dia ao 31º (fechar NF para o TGR prestar contas ao IPF até o 5º dia do próximo mês;
    . Lembrando sempre que as oficinas só estarão completas se tiver Nota Fiscal, Lista de Presença, 4 fotografia (em CD) e Relatório;

INFORMES

Paulo  Matoso

Macro Encontro Regional
Data: 14 a 18 de junho de 2010
 Local: Chapada dos Guimarães/MT
 Previsão de ida de 10 delegados por Estado

Reunião de coordenação:
27/04/10 – BSB
28/04/10 - BSB

Getúlio: Ida à Rosário na Argentina como representante por MS para falar sobre Gestão Democrática na Educação.

Encerrada Reunião.


Capacitação em Metodologia da Educação Popular



2º Encontro Recid MS


Os educadores da Rede Educação Cidadã se encontram para capacitação em Educação Popular.


Campo Grande, 13/03/10

Local: Recid MS, rua Temístocles, nº 64 – (Esplanada da Ferroviária)

Segue abaixo a programação do dia de estudo:

Programação

8h – Acolhida - café da manhã;
8:45h - Mística de abertura sobre o ato da escuta;
9:15h - Partindo da realidade
Grupos de Trabalho definem o que é educação popular e quais seus princípios;
9:45h - Aprofundamento teórico -  Reflexão sobre os princípios e intencionalidade da educação defendida por Paulo Freire - A partir das apresentações dos grupos é feita uma explanação dos prícipios da metodologia da educação popular. Material pedagógico de subsídio: Pedagogia do Oprimido, slides Guadalupe e Gouvea – Organizar o material...http://www.youtube.com/watch?v=YbrHsTv4QA0 ; http://www.youtube.com/watch?v=sqT00D-KElU ; http://www.youtube.com/watch?v=ntN6gq3xCjw
10:45h – Intervalo;
11h - Idéias para uma pesquisa participante - Continuação do debate sobre pesquisa participante;
12h – Almoço;
13h – Rápida apresentação da rede de educação cidadã – vídeo “vamos lá fazer o que será” - pensar!!!;
14h – A busca do tema gerador - realidade concreta (dados e visões dos sujeitos), falas significativas, universo temático, problematização micro-macro-micro, conteúdos e atividades educacionais libertárias - pensar!!!;
15h - Exercício de organização do universo temático a partir das falas significativas - a centralidade da escuta – pensar!!!;
16:15h – Intervalo;
16:30h - Planejamento das pesquisas de campo – Para fazer o levantamento da realidade concreta. Quem vai levantar os dados? Até quando? Quem vai fazer a visita? Quando? Alguma outra ação será necessária?;
17:30h - Encaminhamentos e Avaliação;

Passo à Passo....

Suzie – Se apresentou e pediu que as pessoas presentes fizessem o mesmo.
Apresentação: Roma, Paulo, Marcel, Cida (Caer), Leide, Romilda, Alicinda, Evaniza, Cremilda e Cleuza (Ass. das Mulheres indígenas terena urbana), Cremilda, Cleuza, Magna e Telma (acadêmicas), Getúlio, Jander (estudante), Willian, Éder (Marçal de Souza), Maura (Dourados), Suzie e Fernanda.

Mística: Roma
Caminhando pelo espaço, dividido em pares, um de frente para o outro, analisaram-se, investigaram-se, comentaram ainda de se olhando o que notaram em cada um. Depois dividiu-se em dois grupos, um foi para fora da sala, voltaram contaram uma história para o grupo que ficou dentro da sala.

Comentários sobre o exercício
- Telma: Um espelho o reflexo de nós mesmos, temos coisas em comum.
- Magna: Por mais que a gente olhe o outro, a gente não sabe quem ele é, às vezes temos surpresas.
Willian: É uma aproximação para conhecer o outro.
Marcel: Olhar no outro é difícil... dá medo, parece que você mostra algo que não quer mostrar, que a gente não permite que o outro veja.
Cremilda: É bom olhar para conhecer um pouco mais.
Evaniza: É  a sinceridade, o olhar, quando desvirtua o olhar não está com o pensamento positivo. Ele é homem eu sou mulher, vi sinceridade lembrei da minha adolescência.
Cida: Não se consegue olhar nos olhos de alguém que se admira sem desconcentrar, a gente lê a verdade.
Suzie: Interessante porque às vezes a gente fala ou pensa coisas de algumas pessoas, quando olha profundamente, agente descobre outra realidade. “O olhar é o interno da gente”.
Leide: Depende da forma como a gente está se sentindo, a gente não quer olhar no olho.
Éder: Interessante, porque é uma situação difícil, olhar para a pessoa para compartilhar algo, inibe.

Marcel: Pede para as pessoas falarem o que entendem por Educação Popular. Dividiu em 3 grupos. Cada grupo pegou um papel e canetas e responderam questões que o Marcel levantou.

Os grupos retornaram e apresentaram, 5 minutos para cada grupo.

Marcel: Comenta sobre o assunto.
Educação Popular: às vezes pensamos que é um motivo político. A idéia é estar junto com o povo (trabalhador), marginalizados. Remete a questão da transformação...